O Mensageiro
Por vezes acredito que meus textos possuem todas as respostas para as perguntas que me faço diariamente. Por vezes creio que repita sempre as mesmas perguntas, apenas procurando por respostas diferentes. E por vezes tenho diversas perguntas para as mesmas respostas. Entretanto são tantas as questões que podem ser feitas que já não sei se tudo o que um dia transformei em palavras pode responder. Embora acredite que muitas coisas que acontecem pelo mundo à fora eu possa resolver. E que todo o conhecimento que necessitamos para viver está escondido dentro de nós mesmos, ou seja, a informação para elaborarmos nossas respostas é baseado em apenas auto reflexão. Mas ainda assim me dê sua mão que posso tentar lhe explicar porque sentes isso que queima o peito de dentro para fora, isso que a faz perder a racionalidade do momento e quase enlouquecer com tantos pensamentos. Saiba que estou aqui apenas para servir, embora deseje que o mundo inteiro possa me ver ao menos um vez, para que todos entendam o que sinto ao te ver.
A profundidade dos teus olhos me faz mergulhar em um oceano no seu eu à procura das mais lindas razões que possam lhe fazer sorrir, pois é disso que deves sempre lembrar. Recorde-se das boas risadas, dos momentos em que sentia não estar sozinha, das suas reflexões consigo mesma a respeito da vida e do mundo. Deixe tudo para trás, essas memórias ruins vão apenas fortalecer pontes com um passado negro e cheio de espinhos. Renda-se as minhas mensagens, entre em meus contos, viva meus personagens! E por fim, sinta o que eu sinto ao escrever cada palavra dessas, a felicidade que se esconde por de trás do azul que reflete em teus olhos...
Os pensamentos que a mente já não mais suporta ter são passados adiante para que alguém mais possa ver que a loucura não pertence há uma só pessoa...
domingo, 24 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Palavras e mais Palavras
O Que Realmente Amo
Se um dia me perguntarem o que amo, com certeza eu ei de responder: "as palavras que um dia pude escrever, pois elas são eu descrito das mais diversas maneiras". Um lugar onde nada pode atingir, onde as coisas ficam nos seus devidos lugares e onde a loucura pode voar livremente pelos céus. Simplesmente não preciso ligar para mais nada, posso ser eu mesmo e ninguém irá me julgar; creio que enfim encontrei o lugar no qual pertenço. É um lugar que não tenho medo de expor o que vive em meu interior, pois acredite, esse sou eu, esse é meu eu de verdade. O que vês aqui fora é nada mais do que uma casca enrijecida pelo tempo e desilusões da vida, algo preparado para não quebrar e resistir à qualquer tipo de impacto. Enquanto por dentro dessa fortaleza vive um garoto simples, com os sentimentos mais puros para ofertar. Um garoto que acredita na beleza do mundo, na verdade das palavras e na ingenuidade das coisas.
Quando tenho meu caderno em mãos e posso fazer com que minhas palavras dancem livres pelas folhas e a língua do meu peito começa a tomar forma. Vai ficando bonito e ao mesmo tempo um tanto triste, cada palavra se enche de sentimentos e os textos ficam tão densos que ao ler podes sentir o que as palavras emanam. Por vezes chego à me surpreender com a felicidade que posso ver nas palavras, tão pura e sem malícia, um eu que talvez eu tenha me esquecido. Mas aquele medo que corroía meus pensamentos e as grandes correntes que me prendiam ao passado, agora simplesmente não assustam mais. Pois tudo aquilo serviu para dar experiência e mostrar que o mundo lá fora pode ser muito maior do que meus olhos podem ver. Então apenas não me preocupo mais.
O que desafia agora é conseguir por abaixo toda essa proteção que eu mesmo criei dentro de mim, para poder voltar à mostrar ao mundo o que tenho de melhor, mostrar para o mundo esse mundo de palavras que vive dentro de mim. Não tenha medo você também, olhe nos meus olhos e veja que até eles escondem a verdade, mas tente enxergar além do que a realidade lhe mostra, pois tenho certeza que lá vais encontrar um mundo como o meu, como o que um dia eu deixei para trás.
Se um dia me perguntarem o que amo, com certeza eu ei de responder: "as palavras que um dia pude escrever, pois elas são eu descrito das mais diversas maneiras". Um lugar onde nada pode atingir, onde as coisas ficam nos seus devidos lugares e onde a loucura pode voar livremente pelos céus. Simplesmente não preciso ligar para mais nada, posso ser eu mesmo e ninguém irá me julgar; creio que enfim encontrei o lugar no qual pertenço. É um lugar que não tenho medo de expor o que vive em meu interior, pois acredite, esse sou eu, esse é meu eu de verdade. O que vês aqui fora é nada mais do que uma casca enrijecida pelo tempo e desilusões da vida, algo preparado para não quebrar e resistir à qualquer tipo de impacto. Enquanto por dentro dessa fortaleza vive um garoto simples, com os sentimentos mais puros para ofertar. Um garoto que acredita na beleza do mundo, na verdade das palavras e na ingenuidade das coisas.
Quando tenho meu caderno em mãos e posso fazer com que minhas palavras dancem livres pelas folhas e a língua do meu peito começa a tomar forma. Vai ficando bonito e ao mesmo tempo um tanto triste, cada palavra se enche de sentimentos e os textos ficam tão densos que ao ler podes sentir o que as palavras emanam. Por vezes chego à me surpreender com a felicidade que posso ver nas palavras, tão pura e sem malícia, um eu que talvez eu tenha me esquecido. Mas aquele medo que corroía meus pensamentos e as grandes correntes que me prendiam ao passado, agora simplesmente não assustam mais. Pois tudo aquilo serviu para dar experiência e mostrar que o mundo lá fora pode ser muito maior do que meus olhos podem ver. Então apenas não me preocupo mais.
O que desafia agora é conseguir por abaixo toda essa proteção que eu mesmo criei dentro de mim, para poder voltar à mostrar ao mundo o que tenho de melhor, mostrar para o mundo esse mundo de palavras que vive dentro de mim. Não tenha medo você também, olhe nos meus olhos e veja que até eles escondem a verdade, mas tente enxergar além do que a realidade lhe mostra, pois tenho certeza que lá vais encontrar um mundo como o meu, como o que um dia eu deixei para trás.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Mente de Palavras
A História Que Quis Esquecer
Quando fechar meus olhos e me perder em pensamentos, daí ainda assim será cedo demais. Cedo demais para falar, cedo para dizer que não. Nunca tive tempo para pensar, mas pensava o tempo todo e simplesmente não conseguia parar, os pensamentos eram coisas que me fulminavam com constantes ataques. Minha mente sempre andou em altas velocidades, e por vezes de tão rápido que ela andava, uma hora entrava em parafuso e o ritmo desacelerava da mesma maneira que antes ganhara velocidade. Assim tudo se acalmava e até os ventos paravam... Quando a minha voz você não mais escutar saiba que ainda me lembro de ti, por mais que queira esquecer e que em mim ainda vive um pedaço de você. A meia década se foi assim como a profecia que um dia eu ousei proferir, e o que ficou daquele tempo foram apenas as lembranças que flutuam no céu como bolhas invisíveis de sabão.
O vento suave do entardecer leva minha mente para passear pelas mais belas paisagens que posso imaginar; um lugar só meu onde só eu posso entrar. Tudo desacelera e a vida passar devagar, vejo tudo o que já se foi, todas as coisas que deixei para trás tentando encontrar o meu lugar, e todos aqueles que por mim já passaram. Vejo sorrisos, vejo olhares, ouço risos e gritos de felicidade. Que bom que estão todos bem afinal. Mas é lá do fundo, longe perto daquela praça, mais especificamente naquele balanço antigo que vejo os olhos que mais me encantaram, olhos rápidos, curiosos e profundos. Olhos que me levaram a loucura, que me fizeram crer em um destino que existiu só em minha fantasia. O céu tornou-se vermelho escarlate, onde as estrelas brancas brilhavam mais fortes do que nunca e eu senti o crepúsculo descer seu véu sob minha cabeça. Aqueles olhos me hipnotizavam e tiravam-me do eixo, fazendo com que meu pensamento se desgrudasse do corpo, enquanto o vento sereno esfriava a carne e o vazio começara a penetrar-me a pele. Lentamente meu mundo começou a perecer e meu corpo continuava imóvel apenas esperando que tudo acabasse quando o sol nascesse novamente. As nuvens formaram a tempestade, nuvens castanhas que refletiam a intensidade daquele olhar e o próprio céu que um dia me abrigara agora me intimidava com sua imensidão.
Se meu mundo possuía um núcleo, com certeza eu estava na frente dele naquele exato momento em que acordei. As nuvens brancas como algodão dançavam nos céus, enquanto meu corpo descansava deitado na grama verde do parque. Fechei meus olhos e devaniei em memórias que não eram minhas, mergulhei na imaginação da alma e vi tudo o que um dia sonhei que vivi. Mas nunca mais consegui me lembrar quem portava aqueles olhos que tanto me encantaram, pois eu apenas quis esquecer-la para em nenhuma vida mais lembrar.
Quando fechar meus olhos e me perder em pensamentos, daí ainda assim será cedo demais. Cedo demais para falar, cedo para dizer que não. Nunca tive tempo para pensar, mas pensava o tempo todo e simplesmente não conseguia parar, os pensamentos eram coisas que me fulminavam com constantes ataques. Minha mente sempre andou em altas velocidades, e por vezes de tão rápido que ela andava, uma hora entrava em parafuso e o ritmo desacelerava da mesma maneira que antes ganhara velocidade. Assim tudo se acalmava e até os ventos paravam... Quando a minha voz você não mais escutar saiba que ainda me lembro de ti, por mais que queira esquecer e que em mim ainda vive um pedaço de você. A meia década se foi assim como a profecia que um dia eu ousei proferir, e o que ficou daquele tempo foram apenas as lembranças que flutuam no céu como bolhas invisíveis de sabão.
O vento suave do entardecer leva minha mente para passear pelas mais belas paisagens que posso imaginar; um lugar só meu onde só eu posso entrar. Tudo desacelera e a vida passar devagar, vejo tudo o que já se foi, todas as coisas que deixei para trás tentando encontrar o meu lugar, e todos aqueles que por mim já passaram. Vejo sorrisos, vejo olhares, ouço risos e gritos de felicidade. Que bom que estão todos bem afinal. Mas é lá do fundo, longe perto daquela praça, mais especificamente naquele balanço antigo que vejo os olhos que mais me encantaram, olhos rápidos, curiosos e profundos. Olhos que me levaram a loucura, que me fizeram crer em um destino que existiu só em minha fantasia. O céu tornou-se vermelho escarlate, onde as estrelas brancas brilhavam mais fortes do que nunca e eu senti o crepúsculo descer seu véu sob minha cabeça. Aqueles olhos me hipnotizavam e tiravam-me do eixo, fazendo com que meu pensamento se desgrudasse do corpo, enquanto o vento sereno esfriava a carne e o vazio começara a penetrar-me a pele. Lentamente meu mundo começou a perecer e meu corpo continuava imóvel apenas esperando que tudo acabasse quando o sol nascesse novamente. As nuvens formaram a tempestade, nuvens castanhas que refletiam a intensidade daquele olhar e o próprio céu que um dia me abrigara agora me intimidava com sua imensidão.
Se meu mundo possuía um núcleo, com certeza eu estava na frente dele naquele exato momento em que acordei. As nuvens brancas como algodão dançavam nos céus, enquanto meu corpo descansava deitado na grama verde do parque. Fechei meus olhos e devaniei em memórias que não eram minhas, mergulhei na imaginação da alma e vi tudo o que um dia sonhei que vivi. Mas nunca mais consegui me lembrar quem portava aqueles olhos que tanto me encantaram, pois eu apenas quis esquecer-la para em nenhuma vida mais lembrar.
domingo, 10 de julho de 2011
Talvez Você Me Entenda Também
De Vez Enquando
Às vezes sinto como se pudesse voltar há tempos remotos da infância, às vezes sinto saudade de poder ir para um lugar diferente a cada domingo, às vezes sinto saudade de acordar cedo para ir à escola. Às vezes eu viajo em mim mesmo. Cada dia que passa, cada dia que passou, uma memória para recordar, um sorriso que pude arrancar de um rosto entristecido. Todo o dia, o dia todo. Quero poder levar às pessoas a felicidade de minha infância, as risadas que dava sem saber porque e toda aquela despreocupação que eu sentia firme no corpo. Quero que minhas palavras alcancem o mundo inteiro e o que o mundo sorria quando as leia. A vida é mais simples do que parece, nossos problemas são sempre menores que nós, e acredite, tudo tem solução, só temos que parar e respirar fundo para nos reencontrar. O mundo de hoje e o de ontem andam na mesma velocidade, é você que está acelerando, pisando fundo e vendo as luzes passarem rápido demais! Pare, pare! Uma coisa de cada vez, cada vez uma coisa. Claro, não vá devagar de mais senão podem lhe deixar para trás, mas faça como eu e continue caminhando.
Não importa o que passe, ou as pessoas que passem em sua vida, apenas continue caminhando, agregue valor a si mesmo. De tudo o que lhe falarem, tire suas conclusões e use-as para se tornar melhor, afinal ninguém fala nada em vão e até mesmo o que você pensa que não precisa escutar um dia lhe fará falta. Deixe que o sol se vá e traga consigo a noite que refrescará nossa mente; deixe a vida acontecer ao seu redor, não censure nada que possa acontecer e apenas curta os momentos. Momentos que são curtos demais, mas são eles que se tornaram lembranças e nos trarão a saudade no dia de amanhã. Guarde das pessoas somente as coisas boas, os erros deles e tudo o que lhe fizeram de ruim apenas esqueça, isso não irá lhe fazer nem melhor nem pior. E quando os reencontrar somente dos bons momentos creio que vais querer relembrar. Chore se preciso, emocione-se a cada momento, pois acredite, ele é único e possui um valor inestimável! Não ligue para o que dizem de você, mas não se perca no mundo, porque será muito mais difícil para se reencontrar depois. Leia bastante, pense, reflita e evolua (não esqueça desse último, muitas pessoas esquecem)! Esqueça e relembre, me esqueça para que um dia quando me ver de novo possa sentir saudades. Sonhe. Sonhe muito, mas não faça como eu que vivi em um mundo de sonhos por muitos anos e quando acordei me vi perdido e sem saber o que fazer para voltar à dormir. E o mais importante, divirta-se! A vida passa rápido de mais para que fiquemos presos a preocupações sem fundamento e coisas que não vão nos levar a lugar nenhum. Quando o amanhã chegar, talvez às vezes você também tenha essa vontade que eu tenho de poder fazer tudo de novo, talvez às vezes você se lembre de coisas boas e uma lágrima quente de felicidade escorra pelo seu rosto. E tomará que às vezes você venha me visitar aqui, pois às vezes eu penso em você também.
Às vezes sinto como se pudesse voltar há tempos remotos da infância, às vezes sinto saudade de poder ir para um lugar diferente a cada domingo, às vezes sinto saudade de acordar cedo para ir à escola. Às vezes eu viajo em mim mesmo. Cada dia que passa, cada dia que passou, uma memória para recordar, um sorriso que pude arrancar de um rosto entristecido. Todo o dia, o dia todo. Quero poder levar às pessoas a felicidade de minha infância, as risadas que dava sem saber porque e toda aquela despreocupação que eu sentia firme no corpo. Quero que minhas palavras alcancem o mundo inteiro e o que o mundo sorria quando as leia. A vida é mais simples do que parece, nossos problemas são sempre menores que nós, e acredite, tudo tem solução, só temos que parar e respirar fundo para nos reencontrar. O mundo de hoje e o de ontem andam na mesma velocidade, é você que está acelerando, pisando fundo e vendo as luzes passarem rápido demais! Pare, pare! Uma coisa de cada vez, cada vez uma coisa. Claro, não vá devagar de mais senão podem lhe deixar para trás, mas faça como eu e continue caminhando.
Não importa o que passe, ou as pessoas que passem em sua vida, apenas continue caminhando, agregue valor a si mesmo. De tudo o que lhe falarem, tire suas conclusões e use-as para se tornar melhor, afinal ninguém fala nada em vão e até mesmo o que você pensa que não precisa escutar um dia lhe fará falta. Deixe que o sol se vá e traga consigo a noite que refrescará nossa mente; deixe a vida acontecer ao seu redor, não censure nada que possa acontecer e apenas curta os momentos. Momentos que são curtos demais, mas são eles que se tornaram lembranças e nos trarão a saudade no dia de amanhã. Guarde das pessoas somente as coisas boas, os erros deles e tudo o que lhe fizeram de ruim apenas esqueça, isso não irá lhe fazer nem melhor nem pior. E quando os reencontrar somente dos bons momentos creio que vais querer relembrar. Chore se preciso, emocione-se a cada momento, pois acredite, ele é único e possui um valor inestimável! Não ligue para o que dizem de você, mas não se perca no mundo, porque será muito mais difícil para se reencontrar depois. Leia bastante, pense, reflita e evolua (não esqueça desse último, muitas pessoas esquecem)! Esqueça e relembre, me esqueça para que um dia quando me ver de novo possa sentir saudades. Sonhe. Sonhe muito, mas não faça como eu que vivi em um mundo de sonhos por muitos anos e quando acordei me vi perdido e sem saber o que fazer para voltar à dormir. E o mais importante, divirta-se! A vida passa rápido de mais para que fiquemos presos a preocupações sem fundamento e coisas que não vão nos levar a lugar nenhum. Quando o amanhã chegar, talvez às vezes você também tenha essa vontade que eu tenho de poder fazer tudo de novo, talvez às vezes você se lembre de coisas boas e uma lágrima quente de felicidade escorra pelo seu rosto. E tomará que às vezes você venha me visitar aqui, pois às vezes eu penso em você também.
sábado, 9 de julho de 2011
A Língua das Estrelas
O Futuro de Amanhã
Por mais que eu queira esquecer, por mais que queira simplesmente arrancar essas memórias da minha mente, ela própria faz uma armadilha para mim e me põe nas entranhas dos meus próprios sentimentos. Me faz sentir simples, frágil e quebradiço, e no meu peito sinto que nada mais reside, somente há um pequeno vazio envolto de estrelas e planetas solitários. Por mais que eu queira, eu não quero. Isso está certo afinal? Os diferentes momentos da vida me levam sempre a voltar a pensar e repensar, volto para as diversas memórias que não quero mais lembrar e vejo como sorrir era mais fácil naquela época. Tudo era mais leve e acho que até minha mente não fervia tanto em pensamentos malucos como hoje. Era inocente e ingênuo enfim. Levei em diante o que não tinha mais cura, tentei fazer com que o impossível fosse possível e minha burra esperança durou anos e anos. Mas finalmente quero desistir de tentar, cansei. Foi olhando para as estrelas que descobri que seus brilhos estavam somente em meus olhos e não de fato nelas. Então tudo o que fiz foi em vão e eu mesmo me encarregarei de pôr fora. Mas são minhas lembranças as responsáveis pela sobre-vida que ano após ano isso ganha aqui no meu peito. São essas palavras, momentos, sentimentos e tempo que fazem com que eu não queira simplesmente esquecer. Poderia ser mais fácil.
Dói no peito essa dor que parece uma chama que lentamente vai queimando minha carne de dentro pra fora, sem fazer calor algum. Uma chama fria que conforta minha alma na calmaria das noites sem luar. Algo que faz com que o corpo todo trepide e me faz sentir como se fosse apenas uma casca prestes à quebrar. Se pudesse escolher, gostaria de ter esquecido isso tudo muito antes. Se pudesse escolher eu não iria ter do que lembrar. Entretanto não me sobra outra escolha, outra alternativa; vai ser como se eu próprio me apunhalá-se, mas é o que tenho que fazer. Arrancar à força essas memórias e fazer com que elas jamais tenham acontecido, pois quando rever tudo o que um dia foi, apenas a indiferença vai transpassar meus olhos lúcidos do esquecimento. E daí então espero que tudo não aconteça de novo, nesse novo começo de um futuro próximo...
Por mais que eu queira esquecer, por mais que queira simplesmente arrancar essas memórias da minha mente, ela própria faz uma armadilha para mim e me põe nas entranhas dos meus próprios sentimentos. Me faz sentir simples, frágil e quebradiço, e no meu peito sinto que nada mais reside, somente há um pequeno vazio envolto de estrelas e planetas solitários. Por mais que eu queira, eu não quero. Isso está certo afinal? Os diferentes momentos da vida me levam sempre a voltar a pensar e repensar, volto para as diversas memórias que não quero mais lembrar e vejo como sorrir era mais fácil naquela época. Tudo era mais leve e acho que até minha mente não fervia tanto em pensamentos malucos como hoje. Era inocente e ingênuo enfim. Levei em diante o que não tinha mais cura, tentei fazer com que o impossível fosse possível e minha burra esperança durou anos e anos. Mas finalmente quero desistir de tentar, cansei. Foi olhando para as estrelas que descobri que seus brilhos estavam somente em meus olhos e não de fato nelas. Então tudo o que fiz foi em vão e eu mesmo me encarregarei de pôr fora. Mas são minhas lembranças as responsáveis pela sobre-vida que ano após ano isso ganha aqui no meu peito. São essas palavras, momentos, sentimentos e tempo que fazem com que eu não queira simplesmente esquecer. Poderia ser mais fácil.
Dói no peito essa dor que parece uma chama que lentamente vai queimando minha carne de dentro pra fora, sem fazer calor algum. Uma chama fria que conforta minha alma na calmaria das noites sem luar. Algo que faz com que o corpo todo trepide e me faz sentir como se fosse apenas uma casca prestes à quebrar. Se pudesse escolher, gostaria de ter esquecido isso tudo muito antes. Se pudesse escolher eu não iria ter do que lembrar. Entretanto não me sobra outra escolha, outra alternativa; vai ser como se eu próprio me apunhalá-se, mas é o que tenho que fazer. Arrancar à força essas memórias e fazer com que elas jamais tenham acontecido, pois quando rever tudo o que um dia foi, apenas a indiferença vai transpassar meus olhos lúcidos do esquecimento. E daí então espero que tudo não aconteça de novo, nesse novo começo de um futuro próximo...
terça-feira, 5 de julho de 2011
O Vírus que Move o Mundo
"Está tudo morto e enterrado"
Da destruição nasce o novo que brota no peito como flores das manhãs de verao. A estupidez que corroi o ser vem de nosso proprios corações arrogantes por natureza que desejam ter aquilo que já possuem; querendo sempre mais e mais. De toda a dor, quero a pior delas para estancar o que sangra da alma e verte pelos céus em forma de vento frio. Como um ciclone negro meu ego há de se erguer aos céus para enfim destruir tudo o que estiver infectado com a hipocrisia.
O vermelho escarlate que vem dos vivos há de alimentar o ódio que constantemente nasce nas entranhas da mente. Tudo por causa da crueldade da humanidade que não deixa com que a bondade venha até ela e mesmo aqueles que pensam que fazem o bem, tem em seu coração a mais pura crueldade... Antes esses tivessem piedade ao serem cruéis... Nunca ei de entender por que fazem tanto mal, por que causam tanta dor àqueles que os querem bem. É como se dessem facadas em quem se aproxima querendo apenas ajudar e não pedindo mais do que afeto em troca. Desfazem os sonhos assim como as nuvens se dissipam no céu, e esmagam a pureza da ingenuidade de nossos corações como as ondas que insistem em se chocar com as rochas. Esse é você, esse sou eu. De tantos que perambulam pelas extremidades do cotidiano alheios ao mundo que os rodeia lá fora, apenas vejo as mente perturbadas por sua própria dose de loucura sem fundamento. Mentes sedentas por desejos que já foram cumpridos, renegados diante do tempo e esquecidos como se fossem apenas grãos de areia. Esse você que um dia nasceu nas manhãs de verão, hoje já perece e tudo o que de vós um dia conheci, morreu sem deixar marcas ou dar a mínima explicação. Hoje só consigo ver hipocrisia nas tuas palavras e falsidade em tudo vós faz. Pois não estaria à clamar por ter tudo o que um dia quis lhe dar, se não fosse por falsidade e infantilidade que já dominaram teu ser. De minha esperança é que um dia, quando o Sol se pôr sob as águas calmas do oceano, isso que contamina o mundo possa ser levado com ele e a noite venha para curar a mente de todos àqueles que ainda tiverem salvação...
Da destruição nasce o novo que brota no peito como flores das manhãs de verao. A estupidez que corroi o ser vem de nosso proprios corações arrogantes por natureza que desejam ter aquilo que já possuem; querendo sempre mais e mais. De toda a dor, quero a pior delas para estancar o que sangra da alma e verte pelos céus em forma de vento frio. Como um ciclone negro meu ego há de se erguer aos céus para enfim destruir tudo o que estiver infectado com a hipocrisia.
O vermelho escarlate que vem dos vivos há de alimentar o ódio que constantemente nasce nas entranhas da mente. Tudo por causa da crueldade da humanidade que não deixa com que a bondade venha até ela e mesmo aqueles que pensam que fazem o bem, tem em seu coração a mais pura crueldade... Antes esses tivessem piedade ao serem cruéis... Nunca ei de entender por que fazem tanto mal, por que causam tanta dor àqueles que os querem bem. É como se dessem facadas em quem se aproxima querendo apenas ajudar e não pedindo mais do que afeto em troca. Desfazem os sonhos assim como as nuvens se dissipam no céu, e esmagam a pureza da ingenuidade de nossos corações como as ondas que insistem em se chocar com as rochas. Esse é você, esse sou eu. De tantos que perambulam pelas extremidades do cotidiano alheios ao mundo que os rodeia lá fora, apenas vejo as mente perturbadas por sua própria dose de loucura sem fundamento. Mentes sedentas por desejos que já foram cumpridos, renegados diante do tempo e esquecidos como se fossem apenas grãos de areia. Esse você que um dia nasceu nas manhãs de verão, hoje já perece e tudo o que de vós um dia conheci, morreu sem deixar marcas ou dar a mínima explicação. Hoje só consigo ver hipocrisia nas tuas palavras e falsidade em tudo vós faz. Pois não estaria à clamar por ter tudo o que um dia quis lhe dar, se não fosse por falsidade e infantilidade que já dominaram teu ser. De minha esperança é que um dia, quando o Sol se pôr sob as águas calmas do oceano, isso que contamina o mundo possa ser levado com ele e a noite venha para curar a mente de todos àqueles que ainda tiverem salvação...
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Desabafo Mental
Just Leave My Dreams
Por vezes acordamos afeitos com o que passa na mente ao dormirmos, aquelas imagens loucas quase que reais que nos fazem deliciar no mar de ilusões. Me deixe em paz. A própria mente prega peças e faz com que joguemos um jogo que não irá fazer quando acordarmos. No dia de amanhã toda a informação da noite será arremessada em nossos cérebros que irão simplesmente lembrar para esquecer minutos depois, mas que irão afetar todo o resto do dia. Nossos sonhos vão influenciar nossas vidas mais do que podemos imaginar... Irão reecompor nossos conceitos e fazer com que nossos sentimentos mudem, vão simplesmente nortear nossos "eus". Não podemos controlar o que vivemos dormindo, e pior do que isso, temos sempre a certeza de que aquilo tudo realmente acontece em nossas mentes. Uma verdade surreal, que por vezes acordamos lamentando por estar dormindo, embora por outras vezes queiramos apenas não crer que nosso próprio cérebro pregou uma peça em nós. Por isso eu peço, me deixe em paz em meus sonhos...
Por vezes acordamos afeitos com o que passa na mente ao dormirmos, aquelas imagens loucas quase que reais que nos fazem deliciar no mar de ilusões. Me deixe em paz. A própria mente prega peças e faz com que joguemos um jogo que não irá fazer quando acordarmos. No dia de amanhã toda a informação da noite será arremessada em nossos cérebros que irão simplesmente lembrar para esquecer minutos depois, mas que irão afetar todo o resto do dia. Nossos sonhos vão influenciar nossas vidas mais do que podemos imaginar... Irão reecompor nossos conceitos e fazer com que nossos sentimentos mudem, vão simplesmente nortear nossos "eus". Não podemos controlar o que vivemos dormindo, e pior do que isso, temos sempre a certeza de que aquilo tudo realmente acontece em nossas mentes. Uma verdade surreal, que por vezes acordamos lamentando por estar dormindo, embora por outras vezes queiramos apenas não crer que nosso próprio cérebro pregou uma peça em nós. Por isso eu peço, me deixe em paz em meus sonhos...
segunda-feira, 13 de junho de 2011
On the Prowl
Necromancer
Na penumbra da noite ele se esconde esgueirando-se por entre os becos mais escuros e tenebrosos. Sorrateiramente como uma cobra, segue avançando pelas ruas, escondendo-se da luz de cada poste. Apenas a cor da lua em seus olhos é o que lhe acalma, e das estrelas tira apenas a energia para suas aventuras. Toda a noite quando o véu negro dos céus recai sobre sua cabeça, é que ele acorda para viver. Viver algo que já não é mais sua vida, rever tudo o que já não faz parte dele há muito tempo, mas pulsa intensamente como se estivesse vivo. Maldita é essa flor negra que insiste em brotar em seu peito cada vez que os ventos mudam e trazem consigo o cheiro denso da noite. Algo forte que entra pelo nariz e penetra-lhe as entranhas como lâminas doces e suaves, que o fazem reviver tudo o que está morto. E então ali mesmo, no meio da cidadela, nascem mais uma vez aqueles que já se foram. As pétalas da rosa negra caem uma à uma no chão e de cada uma delas uma vida que reaparece para o mundo ver. Uma horda de fantasmas sombrios e gélidos que o acompanham onde quer que vá até o sol nascer. As vozes que só ele pode ouvir, os gritos que só ele pode escutar, as imagens que só ele revê, as lembranças que revive, e o sutil cantigo que os ventos sussurram em seus ouvidos. Tudo isso, tudo junto fazendo-o delirar pela madrugada à dentro.
Dos mortos nasce a mágica da eternidade, algo que jamais poderá morrer, pois já não existe mais. O poder em sua forma mais pura, transformado na mais tênue treva. Em seus braços mais um erro, um grito de estupidez noturna, um crime contra o que um dia foi seu caráter. Nua e crua, adormecida em seus braços, sendo banhada pela luz trêmula de uma lua artificial. Indefesa e protegida por mãos manchadas de sangue invisível, garras brancas cheias de ódio e sedentas por uma justiça que não se cega. Jazia ali a tal criança de cabelos longos que fora revivida de uma rara pétala branca. Ele ficou bestificado com a visão que tivera quando os primeiros raios de sol iluminaram o horizonte, e lágrimas negras desceram dos olhos atingindo o delicado corpo em seus braços. O Sol reluziu forte e ofuscou tudo o que ele ainda podia enxergar fazendo com que viesse a morrer tudo o que tivera voltado à vida. Mais uma vez as pétalas negras secaram e se desfizeram em pó, embora uma, e apenas uma, tenha sobrevivido ao amanhecer, a bela pétala branca, que agora dormia em suas mãos manchadas de sangue escarlate.
Estava sem ninguém mais uma vez, e nem mesmo a companhia dos mortos lhe era suficiente. Embebedou-se de loucura e deixou que o mundo morresse à míngua, pois quando estivesse morto, ele poderia revivê-lo em sua insanidade. A final, ele é o necromancer do seu próprio eu.
Na penumbra da noite ele se esconde esgueirando-se por entre os becos mais escuros e tenebrosos. Sorrateiramente como uma cobra, segue avançando pelas ruas, escondendo-se da luz de cada poste. Apenas a cor da lua em seus olhos é o que lhe acalma, e das estrelas tira apenas a energia para suas aventuras. Toda a noite quando o véu negro dos céus recai sobre sua cabeça, é que ele acorda para viver. Viver algo que já não é mais sua vida, rever tudo o que já não faz parte dele há muito tempo, mas pulsa intensamente como se estivesse vivo. Maldita é essa flor negra que insiste em brotar em seu peito cada vez que os ventos mudam e trazem consigo o cheiro denso da noite. Algo forte que entra pelo nariz e penetra-lhe as entranhas como lâminas doces e suaves, que o fazem reviver tudo o que está morto. E então ali mesmo, no meio da cidadela, nascem mais uma vez aqueles que já se foram. As pétalas da rosa negra caem uma à uma no chão e de cada uma delas uma vida que reaparece para o mundo ver. Uma horda de fantasmas sombrios e gélidos que o acompanham onde quer que vá até o sol nascer. As vozes que só ele pode ouvir, os gritos que só ele pode escutar, as imagens que só ele revê, as lembranças que revive, e o sutil cantigo que os ventos sussurram em seus ouvidos. Tudo isso, tudo junto fazendo-o delirar pela madrugada à dentro.
Dos mortos nasce a mágica da eternidade, algo que jamais poderá morrer, pois já não existe mais. O poder em sua forma mais pura, transformado na mais tênue treva. Em seus braços mais um erro, um grito de estupidez noturna, um crime contra o que um dia foi seu caráter. Nua e crua, adormecida em seus braços, sendo banhada pela luz trêmula de uma lua artificial. Indefesa e protegida por mãos manchadas de sangue invisível, garras brancas cheias de ódio e sedentas por uma justiça que não se cega. Jazia ali a tal criança de cabelos longos que fora revivida de uma rara pétala branca. Ele ficou bestificado com a visão que tivera quando os primeiros raios de sol iluminaram o horizonte, e lágrimas negras desceram dos olhos atingindo o delicado corpo em seus braços. O Sol reluziu forte e ofuscou tudo o que ele ainda podia enxergar fazendo com que viesse a morrer tudo o que tivera voltado à vida. Mais uma vez as pétalas negras secaram e se desfizeram em pó, embora uma, e apenas uma, tenha sobrevivido ao amanhecer, a bela pétala branca, que agora dormia em suas mãos manchadas de sangue escarlate.
Estava sem ninguém mais uma vez, e nem mesmo a companhia dos mortos lhe era suficiente. Embebedou-se de loucura e deixou que o mundo morresse à míngua, pois quando estivesse morto, ele poderia revivê-lo em sua insanidade. A final, ele é o necromancer do seu próprio eu.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
O Pôr-do-Sol Ainda é o Mesmo
Ela Cresceu
Part1
Aquele balanço permanece na memória, onde ela brincava sozinha ou não. Daqueles dias restaram apenas recordações, pois o tempo fez com que a menina se perdesse pelo mundo a fora. São tantos os olhos e sorrisos que já se passaram que não consigo me recordar de todos, mas sempre que lembro de algum é impossível não sorrir de saudade. Passou, assim como as ondas que chegam na praia, um ciclo sem fim. Não pode-se dizer que deixamos para trás, ou que esquecemos, apenas que passou. Uma brisa que soprou em nossas vidas, por vezes podendo trazer tempestades e por outras revelando o céu azul no meio das nuvens. As meninas cresceram, os garotos cresceram, o mundo mudou, tudo está diferente. Nós estamos diferentes. Os sonhos dela mudaram, suas concepções mudaram, suas idéias, ideais, ídolos e até crenças. Ela cresceu. Mas seus olhos continuam os mesmos de quando andava naquele balanço. Olhos rápidos, que escondem uma pureza incrível, que me fazem ter curiosidade em descobrir o que mais posso encontrar por de trás daqueles olhos cor de tempestade. O mesmo acontece com o sorriso dela, mudaram as ruas, mudaram as pessoas, os lugares, os gostos, a música. Mas seu sorriso ainda é aquele que me fez delirar em alegria.
O tempo vai passando, as coisas mudando, pessoas vão indo e vem voltando, como um ciclo que devemos abraçar. As músicas que ouvimos já não tocam mais nas rádios e os preços subiram! Estamos ficando velhos. Envelheço vendo-as de longe, as garotas que um dia conheci ainda meninas, e espero que um dia elas cresçam mais ainda, para que possa dizer que agora amo uma mulher.
Part1
Aquele balanço permanece na memória, onde ela brincava sozinha ou não. Daqueles dias restaram apenas recordações, pois o tempo fez com que a menina se perdesse pelo mundo a fora. São tantos os olhos e sorrisos que já se passaram que não consigo me recordar de todos, mas sempre que lembro de algum é impossível não sorrir de saudade. Passou, assim como as ondas que chegam na praia, um ciclo sem fim. Não pode-se dizer que deixamos para trás, ou que esquecemos, apenas que passou. Uma brisa que soprou em nossas vidas, por vezes podendo trazer tempestades e por outras revelando o céu azul no meio das nuvens. As meninas cresceram, os garotos cresceram, o mundo mudou, tudo está diferente. Nós estamos diferentes. Os sonhos dela mudaram, suas concepções mudaram, suas idéias, ideais, ídolos e até crenças. Ela cresceu. Mas seus olhos continuam os mesmos de quando andava naquele balanço. Olhos rápidos, que escondem uma pureza incrível, que me fazem ter curiosidade em descobrir o que mais posso encontrar por de trás daqueles olhos cor de tempestade. O mesmo acontece com o sorriso dela, mudaram as ruas, mudaram as pessoas, os lugares, os gostos, a música. Mas seu sorriso ainda é aquele que me fez delirar em alegria.
O tempo vai passando, as coisas mudando, pessoas vão indo e vem voltando, como um ciclo que devemos abraçar. As músicas que ouvimos já não tocam mais nas rádios e os preços subiram! Estamos ficando velhos. Envelheço vendo-as de longe, as garotas que um dia conheci ainda meninas, e espero que um dia elas cresçam mais ainda, para que possa dizer que agora amo uma mulher.
domingo, 5 de junho de 2011
Para Meus Filhos Lerem
The Life How It Is
Por vezes já li muitas coisas, já vivi muitos fatos, já vi acontecerem muitas coisas, muita gente já me fez feliz assim como decepcionou. Quando fui criança acreditei no que passava na televisão, e sempre achei que os finais seriam felizes não importa o que acontecesse. Fui despreparado para o mundo. Cantaram coisas boas como sonhos de verão, onde o pássaros assoviavam e pessoas sorriam com a bela vida, tudo em sincronia tudo belo. A alegria brotava em mim com o calor que a criação me dava. Lindo, mas imprudente. Ou talvez apenas uma tentativa de burlar o mundo e fazer com que tenhamos lembranças boas. Bom, por vezes vi declarações, juras de amor, promessas e pessoas se comprometendo umas com as outras. Por vezes vi tudo isso cair por terra. De longe eu via a vida como ela realmente era, e não como contavam os livros e a escola ensinava. Nós somos seres cruéis que se adaptam rapidamente as novas realidades que nós mesmos nos impusemos. O tempo mata sua inocência e o mundo inteiro destrói seus sonhos. Alcançar o almejado já não é tão simples como parecia ser há anos atrás, pois hoje as coisas parecem ser mais complexas e confusas. Os caminhos são os mesmos, as pessoas também, a única coisa que mudou foi você.
Vejo os mais novos cantarem a felicidade e até acharem que são espertos diante do mundo, mas mal sabem eles que os mais velhos riem de seus atos infundados porque um dia no passado também já o fizeram. Respeite os mais velhos, aprenda com eles e não insista nos erros deles. Não jure o que vai morrer antes de você, não faça promessas que duram apenas uma semana. Tente enxergar o mundo dos que vivem ao seu lado. O eterno pode ser um segundo, um momento, mas não pode ser esquecido nem desvalorizado. Guarde-o consigo onde for. Tente ser sincero, mas não exagere, pois você poderá ser verdadeiro demais e a verdade machuca as pessoas. Tente não machucar as pessoas, você não irá conseguir, entretanto dê seu máximo nisso. Ou não faça nada do que falo, criei e tire suas próprias conclusões, mas se ver que eu estava certo, aguente quando falar "eu te avisei".
Por vezes eu não me importei, por vezes quis sumir desse mundo que cada vez menos merece os bons de coração. Por vezes tentei ser sociável, pois não tenho motivos para não lhe oferecer o meu melhor (talvez você precise e nem saiba). Por diversas vezes me peguei pensando e me importando com pessoas que fazem pouco caso para o mundo ao seu redor. Já tive noites em claro, e ninguém nunca soube disso, e se soubesse não faria diferença também. Aprenda: as pessoas não se importam com as coisas como você se importa; não tente mudá-las.
Não se importe com o mundo, ele não se importa contigo. Meu filho, não espere que as coisas caiam do céu, não acredite que tudo vai melhorar, faça por onde ou senão nunca sairá do lugar. Saiba perdoar, mas não seja usado. Filho, não acredite em asneiras e pense sempre antes de concordar, antes de agir, a maioria das pessoas só consegue ver o seu umbigo e provavelmente não vão lhe ajudar quando estiveres em maus lençóis. E uma última coisa: Não acredite no que as pessoas lhe falarem, o que a boca diz não é o que passa no coração, não é o que elas realmente querem e sim o que pensam que querem. Nunca dê à alguém o que ela quer, pois mesmo que tenhas tudo o que a pessoa precisa, ela vai ignorar isso e procurar em outros alguéns coisas que jamais vai achar. Seja você mesmo, para você mesmo, não para os outros.
Por vezes eu me decepcionei com mundo, sonhando que ele era algo que nunca será...
Por vezes já li muitas coisas, já vivi muitos fatos, já vi acontecerem muitas coisas, muita gente já me fez feliz assim como decepcionou. Quando fui criança acreditei no que passava na televisão, e sempre achei que os finais seriam felizes não importa o que acontecesse. Fui despreparado para o mundo. Cantaram coisas boas como sonhos de verão, onde o pássaros assoviavam e pessoas sorriam com a bela vida, tudo em sincronia tudo belo. A alegria brotava em mim com o calor que a criação me dava. Lindo, mas imprudente. Ou talvez apenas uma tentativa de burlar o mundo e fazer com que tenhamos lembranças boas. Bom, por vezes vi declarações, juras de amor, promessas e pessoas se comprometendo umas com as outras. Por vezes vi tudo isso cair por terra. De longe eu via a vida como ela realmente era, e não como contavam os livros e a escola ensinava. Nós somos seres cruéis que se adaptam rapidamente as novas realidades que nós mesmos nos impusemos. O tempo mata sua inocência e o mundo inteiro destrói seus sonhos. Alcançar o almejado já não é tão simples como parecia ser há anos atrás, pois hoje as coisas parecem ser mais complexas e confusas. Os caminhos são os mesmos, as pessoas também, a única coisa que mudou foi você.
Vejo os mais novos cantarem a felicidade e até acharem que são espertos diante do mundo, mas mal sabem eles que os mais velhos riem de seus atos infundados porque um dia no passado também já o fizeram. Respeite os mais velhos, aprenda com eles e não insista nos erros deles. Não jure o que vai morrer antes de você, não faça promessas que duram apenas uma semana. Tente enxergar o mundo dos que vivem ao seu lado. O eterno pode ser um segundo, um momento, mas não pode ser esquecido nem desvalorizado. Guarde-o consigo onde for. Tente ser sincero, mas não exagere, pois você poderá ser verdadeiro demais e a verdade machuca as pessoas. Tente não machucar as pessoas, você não irá conseguir, entretanto dê seu máximo nisso. Ou não faça nada do que falo, criei e tire suas próprias conclusões, mas se ver que eu estava certo, aguente quando falar "eu te avisei".
Por vezes eu não me importei, por vezes quis sumir desse mundo que cada vez menos merece os bons de coração. Por vezes tentei ser sociável, pois não tenho motivos para não lhe oferecer o meu melhor (talvez você precise e nem saiba). Por diversas vezes me peguei pensando e me importando com pessoas que fazem pouco caso para o mundo ao seu redor. Já tive noites em claro, e ninguém nunca soube disso, e se soubesse não faria diferença também. Aprenda: as pessoas não se importam com as coisas como você se importa; não tente mudá-las.
Não se importe com o mundo, ele não se importa contigo. Meu filho, não espere que as coisas caiam do céu, não acredite que tudo vai melhorar, faça por onde ou senão nunca sairá do lugar. Saiba perdoar, mas não seja usado. Filho, não acredite em asneiras e pense sempre antes de concordar, antes de agir, a maioria das pessoas só consegue ver o seu umbigo e provavelmente não vão lhe ajudar quando estiveres em maus lençóis. E uma última coisa: Não acredite no que as pessoas lhe falarem, o que a boca diz não é o que passa no coração, não é o que elas realmente querem e sim o que pensam que querem. Nunca dê à alguém o que ela quer, pois mesmo que tenhas tudo o que a pessoa precisa, ela vai ignorar isso e procurar em outros alguéns coisas que jamais vai achar. Seja você mesmo, para você mesmo, não para os outros.
Por vezes eu me decepcionei com mundo, sonhando que ele era algo que nunca será...
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